FELICIDADE: DESEJAR OU VIVENCIAR?

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Desejar a felicidade e vivencia-la são coisas muito diferentes. A felicidade só pode ser vivenciada quando a pessoa entende que precisa assumir a responsabilidade pela sua vida. Mas o que significa isso? É quando a pessoa para de esperar que os outros atendam as suas necessidades, quando ela se abre para enxergar a realidade do outro, sem mais colori-lo com suas expectativas, idealizações ou mesmo projeções do seu passado ou de si mesma. É quando a pessoa assume um auto-cuidado, não esperando mais este cuidado de outras pessoas, quando decidi ir em direção de outras pessoas para dizer o que precisa, aprendendo a lidar com o desafio de receber um “não”, pois por incrível que possa parecer o “não” encerra uma necessidade tanto quanto o atendimento da mesma. O “não”pode nos curar e libertar para seguir em frente. Assumir a responsabilidade por si mesmo não é fácil, é preciso crescer, desenvolver auto-suporte, aprender a olhar para si, validar suas necessidades, saber pedir, saber “incomodar”, é fazer por si mesmo o que fazemos pelas pessoas que amamos. É abrir mão da posição de ser cuidada para crescer!! Assumir sozinha suas carências. Porque do contrário ficamos a mercê do outro e vivemos na torcida de que alguém possa me enxergar e cuidar de mim. Esta relação de dependência pode proporcionar momentos felizes, porém é acompanhada por momentos em que a torcida se transforma em desapontamentos.

TORCEDOR NÃO É JOGADOR! O JOGADOR FAZ ACONTECER O DESFEIXO DO SEU JOGO.

A VERDADEIRA FELICIDADE É O RESULTADO DA AUTORIA DE UMA PESSOA E NÃO DE SUA TORCIDA!

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